Conto de suspense: Onze corpos

Conto por Victória Lopes

Foto: Divulgação

O casal brindou as taças de cristal enquanto sorria, Eduardo estendeu a mão para ela por cima da mesa, a aliança fina de ouro reluzindo com a luz vinda das lâmpadas. Ele e Carolina entrelaçaram os dedos, nenhum dos dois conseguia focar em algo que não fossem eles mesmos. Exatamente um ano atrás os dois assinaram os papéis no cartório, eram um casal jovem, ambos com seus vinte e dois anos e começaram a namorar quando ainda tinham quinze anos. Se conheceram no ensino médio e nunca mais desgrudaram, decidiram lá naquela época passar a vida toda juntos.

Eles eram tão diferentes e mesmo assim tão parecidos, a ruiva era mais atlética, acordava cedo para correr, ia na academia de noite e sempre que podia marcava partidas de vôlei na praia com seus amigos da faculdade. Já ele era um bicho-grilo, gostava de ver filmes antigos, de ficar em casa, às vezes ia no cinema sozinho apenas para aproveitar um bom filme dos anos 70/80. Diferente dela, que cursava direito, ele não ia para a faculdade, trabalhava dentro do apartamento, comandava o setor financeiro da empresa de seu pai e adorava o que fazia. 

De qualquer maneira, a moça nunca precisou arrastar o namorado para fora de casa, Eduardo sempre gostou de sair com ela para onde quer que fosse, ocasionalmente eles passavam o fim de semana fora, só para escapar um pouquinho e ter tempo só para os dois, é tudo que ambos mais desejam e gostam, de ficar na companhia um do outro e isolados do resto.

[…]

Carolina se sentou dentro do táxi para recuperar o fôlego, estava saindo da academia uma hora mais cedo e ainda sim eram dez horas da noite. Já esperava encontrar o marido dormindo no sofá, ela riu sozinha com o pensamento. O motorista a deixou na porta do prédio, a mesma passou pelo porteiro, entrou no elevador e chegou no sexto andar. O prédio era bem antigo, não tinha câmeras e só um apartamento por andar. A garota também não ficou surpresa quando algumas luzes do corredor estavam piscando, o que dava um ar macabro para o ambiente. Entrou em casa e via apenas iluminação vindo da cozinha.

Edu ainda estava acordado, ela sorriu, deixou a bolsa na poltrona e foi até o cômodo aceso. Abriu a boca na intenção de falar algo, mas perdeu as palavras assim que entrou no recinto. Sangue escorria pela bancada e pingava no chão já coberto do mesmo líquido, instrumentos ensanguentados estavam na pia e não havia ninguém lá. Seu coração batia tão forte que a caixa toráxica doía, milhares de coisas preocupantes passaram por sua cabeça, mas todas cessaram assim que uma figura entrou na cozinha. 

Um grito quase escapou de sua garganta, até que ela viu o marido parado na outra porta. As barras da calça preta estavam dobradas até o meio da canela e ele estava descalço, tinha luvas de borracha nas mãos, segurava um balde de limpeza e estava ensopado de sangue. O moreno ficou surpreso ao ver a esposa ali mas agiu como se nada tivesse acontecido.

– Carol, você voltou cedo. – Sorriu de leve e esperou um minuto completo por uma resposta, sem conseguir nenhuma continuou falando. – Como foi o treino? Hm acho melhor você tomar um banho, não se preocupe, vou limpar as coisas aqui e já vou. – Eduardo se abaixou e voltou a limpar.

Com muita dificuldade a mulher se retirou, seu tênis com solado ensanguentado fazia barulhos grotescos e deixava um rastro por onde ela passava. Entrou no chuveiro e deixou a água quente escorrer pelas costas, Carolina não conseguia processar nada, se secou, colocou o pijama e se deitou no mais puro silêncio. Escutava barulhos na cozinha e se arrepiava com cada um deles, aquilo parou por um tempo, logo ouvia Eduardo no banho e quando o mesmo saiu ela fingiu que dormia. Ele deitou ao seu lado e a abraçou, a ruiva respirava com dificuldade e estava totalmente tensa, embora tivesse tentado, não conseguia dormir de jeito nenhum. 

[…]

Fazia uma semana do ocorrido e não tinham trocado uma palavra sobre. Ela permanecia tensa mas tentava ignorar os fatos, ambos conversavam normalmente, porém a curiosidade corroia Carolina por dentro e ela precisava saber. Resolveu então que não iria na academia, combinaram de fazer uma noite de filmes, mas não era só isso que ela planejava. O casal sentou no sofá já com um enorme balde de pipoca e um copo de refrigerante, prestes a dar o play Eduardo foi interrompido:

– Eduardo, a gente precisa conversar.
– É sobre semana passada?
– Aham.. Edu… O que foi aquilo?
– Eu… – Diferente daquela noite, ele parecia mais envergonhado, relutante. – Eu matei alguém. Não foi um só. – Ele baixou o olhar.
– Quando começou?
– Faz três anos, eu acho, a primeira vez foi um acidente, ele veio me assaltar, eu tinha um canivete, eu gostei! – O moreno se animou enquanto falava, ignorando a expressão contorcida da esposa. – Não faço muito, em geral uma pessoa a cada três meses, para despistar. 
– Eduardo?! Meu Deus? Isso dá pelo menos doze pessoas!
– Eu sei, meu amor, mas você não tem que se preocupar, eles nunca vão me achar.
– E as vítimas? – Engoliu em seco.
– Pessoas sozinhas em becos escuros e vazios, me livro dos telefones e quanto aos documentos, estão em uma caixa debaixo da cama, são onze. – Carol e Edu trocaram olhares. – Você não tem que ter medo de nada, eu sei que é errado e eu vou tentar me controlar, tudo bem? – Ele sorriu e beijou seus lábios de leve, a outra apenas assentiu em silêncio. – Vamos ver o filme?

[…]

A culpa e o pavor lhe consumiam por completo. Carolina não aguentava saber de tudo aquilo e ficar quieta, tinha medo de chegar em casa e presenciar todo aquele banho de sangue ou algo pior. Ela não conseguia dormir direito, às vezes nem dormia, a ruiva perdeu total foco e em tudo e todos. Tinha parado de se exercitar, mas de alguma forma arranjava algum motivo para sair de casa e se manter longe. Todas as vezes que chegava e via as luzes apagadas seu coração batia rápido e a língua secava, até encontrar o marido dormindo. “Você não vai contar? Vai?” Mesmo depois de ficar sabendo, ela não conseguia parar de amá-lo.

Se preocupava com ele, queria vê-lo bem, às vezes ela se esquecia dos feitos de Eduardo, passavam horas juntos, riam, saiam para jantar, viajavam, ele continuava o mesmo. Porém, quando deitavam juntos, ela temia por sua própria vida. A culpa seguiu martelando sua cabeça e em três meses aquilo explodiu. Carolina sentia que iria acontecer de novo, pensou no sangue escorrendo no chão da cozinha e ensopando as roupas do moreno, os pelos da nuca se arrepiaram e o desespero pesou. 

A mesma esperou a saída do amado para revirar suas coisas, debaixo da cama achou tal caixa, tinham exatamente onze documentos, do jeito que ele disse. Lágrimas rolavam pelo seu rosto conforme lia cada um deles, ela temia por sua vida e a daqueles inocentes. Colocou tudo de volta, pegou as facas e coisas afiadas da cozinha e colocou tudo juntos, pegou o carro e seguiu caminho até a delegacia de coração apertado. Chegou lá e contou tudo que sabia. 

Falou daquela noite, mostrou as facas, identidades, tudo. Explicou que não sabia dos detalhes, não sabia dos corpos e nem dos métodos que ele tinha para escolher, não sabia de datas e disse exatamente o que Edu tinha te contado. Por meia hora ficou em uma sala na estação de polícia em prantos, não conseguia parar de chorar, suas mãos tremiam, ela estava nervosa e não conseguia pensar em mais nada. Assim que o policial abriu a porta ela arregalou os olhos, não sabia o que esperar, mas quando o tal lhe disse que haviam prendido seu marido ela conseguiu se acalmar.

Por três dias seguidos ela não dormiu, ainda não tinha falado com Eduardo e estava preocupada, não sabia de nada, apenas o que estava no jornal, televisão, em todo lugar. E então não resistiu mais, teve que vê-lo:

– Edu! – Ela disse assim que o viu pelo outro lado do vidro. 
– Carol… Eu senti sua falta. – Ele deu um sorriso mas logo baixou o olhar parecendo sentido e magoado. – Você contou?
– O que?
– Carolina. – Estava sério e tinha preocupação nos olhos. – Foi você?
– Aham, me desculpa. Eu não aguentei, eu sinto muito… – Uma lágrima solitária caiu por sua bochecha.
– Não queria que ficássemos juntos?
– Queria! É claro que eu quero!
– Como pôde?
– Eu… – A ruiva tentou falar mas logo foi interrompida.
– Carol, é melhor você ir torcendo para que eu morra aqui mesmo. Porque se eu sobreviver, você é a próxima. – Era de costume do moreno ficar sempre calmo, o que deixava a cena ainda mais assustadora, e então se retirou. 

Carolina saiu do presídio completamente desesperada, seus olhos estavam vermelhos e inchados de tanto chorar, seu corpo estava trêmulo e sua cabeça doía. Entrou no carro e posicionou as mãos no volante, encarou a estrada antes de dar a marcha, precisava ir embora e precisava fugir, o mais rápido possível.

TAG MELHORES AMIGAS

Texto por Duda Lobosque e Bernardo Louzada

FJP.: Quem é mais provável de ganhar na loteria?
R: kkkkkkk nenhuma das três!! Do jeito que somos sortudas, né?

FJP.: Quem é mais provável de perder a paciência mais rápido?
Paula/Vic: A Marcela!!! (KKKKKKKKKKKK)

FJP.: Quem é mais provável de brigar em público, fazer aquele barraco?
R.: Todo mundo sabe que é a Victória (inclusive a Victória).

FJP.: Quem é mais provável de fazer perguntas idiotas?
Paula.: Eu!!! 
Marcela: Não são idiotas, suas perguntas são “bonitinhas”.

FJP.: Quem é mais provável de pagar um mico em público?
R.: A Paula!!! (todas falaram ao mesmo tempo)

FJP.: Quem é a maior rainha do drama?
Marcela.: Difícil escolher entre a Victória e a Paula.. kkkkkk

FJP.: Quem é mais provável que demore para ficar pronta?
R.: Paula!!!

FJP.: Quem é a mais provável de correr de uma barata?
R.: Surpreendentemente, a Victoria! Ela mata a barata, mas dá uma fugidinha primeiro. No momento do medo ninguém está seguro.

FJP.: Quem é mais provável de fazer amizades com estranhos?
R.: A Paula, porque ela é mais fofinha/simpática.

FJP.:Quem é mais provável que corra de uma briga?
R.: A Paula, porque ela é mais fofinha!

FJP.: Quem é a mais provável de entrar em um labirinto e desistir logo depois de entrar?
R.: A Paula. Ela ficaria falando que já deu e tá cansada…

FJP.: Quem é mais provável de falar com objetos inanimados?
R.: A Victoria. Essa é a forma que ela usa para canalizar sua raiva.

FJP.: Quem a mais provável de se tornar famosa primeiro?
Paula/Marcela.: Mas a Victoria já é famosa!!! A primeira comentarista mulher de “Rainbow Six” no mundo!

https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2019/08/29/brasileira-vira-a-primeira-comentarista-mulher-de-rainbow-six-no-mundo.ghtml

FJP.: Quem é a mais provável de virar presidente do Brasil?
Marcela/Vic.: A Paula!!! Ela é simpática, beijaria as crianças e comeria pastel na feira kkkkkkkk

FJP.: Quem a mais provável de ganhar um Oscar?
R.: A Victoria!!! Ela foi a Julieta na peça da escola (aqui no Jean Piaget).

Foto: Arquivos Colégio Jean Piaget

Jphake: A verdadeira história da Corretora Externa

Texto por Gabriela Craveiro, Elisa Amaral e Bárbara Astolfi

Suposto esconderijo da corretora externa (Foto: Reprodução)

Durante muito tempo, correm pelos corredores do Colégio Jean Piaget rumores de que a identidade da corretora externa não é tão simples quanto aparenta ser. Nunca foi explicado ao certo, por parte da escola, informações a respeito daquela responsável por corrigir as redações dos alunos da escola. Isso levou a equipe Jphake a investigar o assunto.

Há muitos anos, de aluno para aluno, geração para geração, foi propagada “A lenda da Corretora Externa”. A história conta que a pessoa responsável pela correção das redações seria, na realidade, mantida como prisioneira dentro da escola. O boato começou como uma brincadeira dos alunos, que nunca haviam sido apresentados a ela. Todavia, atualmente, acredita-se que essa não é uma história como outra qualquer. Em um dado momento, as redações começaram a ser corrigidas por alguém que assume o nome de “Natali”. Após algum tempo, notou-se que as mensagens críticas em redações apresentavam possíveis mensagens subliminares como “Qualquer dúvida, peça AJUDA à professora”, presente em uma redação de uma aluno do 3º ano do Ensino Médio.

Outro indício pôde ser visto quando algumas redações retornaram aos alunos com marcas que remetiam às de mordidas. “Um dia, cinco pessoas da minha sala não receberam as redações de volta e as que retornaram, apresentavam traços peculiares. Os erros estavam grifados com as cores erradas e as notas estavam mais baixas do que o normal. Algo estava errado”, contou uma aluna do 1º ano. Acredita-se que nesse ocorrido, alguém esqueceu de alimentá-la e ela devorou as próprias redações.

A partir dessas descobertas, diversas teorias foram criadas a respeito da localização e estilo de vida da corretora externa. Numa tarde de quarta-feira, alunos que saiam da aula de educação física escutaram sons incomuns, como de correntes sendo arrastadas, vindos do misterioso quinto andar. Diante disso, a equipe Jphake, com a participação dos alunos Thomas Conway e Anna Clara Lerner (atualmente estudantes intercambistas de origem espanhola), realizou um documentário que aborda o curioso caso da corretora externa.

Vídeo por Bernardo Louzada, Elisa Amaral, Anna Lerner e Thomas Conway

Paralelo a isso, um evento suspeito ocorreu no ano de 2019. A própria Natali passou a participar ativamente das aulas de terceiro ano ao lado da professora Cristiane Choia. O curioso é que isso passou a acontecer justamente no auge das suspeitas a respeito da verdadeira identidade da corretora externa, o que teria motivado sua libertação. Além disso, foi possível notar que na presença da professora de redação, Natali aparenta estar constantemente nervosa, o que leva nossa equipe a suspeitar que Cristiane pode estar envolvida.

A partir disso, a equipe Jphake procurou questionar a corretora, mas ela nunca se expressou de forma direta. Ao ser interrogada a respeito de seu ambiente ideal para trabalho, ela respondeu: “A luz do sol e o contato com outras pessoas não são necessários para que eu possa realizar meu trabalho. Estou acostumada com ambientes apertados. Hoje em dia, salas maiores até despertam um estranhamento em mim.”

Isso nos leva a questionar: será que Natali foi libertada, efetivamente? Ou será isso um mero disfarce, quando na realidade, ela retorna a sua “salinha” logo após as aulas? Ou então, será que existe outra corretora externa escondida em algum canto da escola? Onde seria esse esconderijo e quem seria essa nova prisioneira? Nada se sabe ao certo, mas é evidente que a história da corretora externa nunca se limitou a um simples mito.

ATENÇÃO: O conteúdo acima não é baseado em acontecimentos reais e consiste em um texto de humor com elementos exclusivamente fictícios.

JPhake: Aluno do Colégio Jean Piaget é visto batendo ponto após a aula

As suspeitas de que o aluno Bernardo Louzada trabalha para a escola se consolidam.

Texto por Elisa Amaral e Gabriela Craveiro

Bernardo foi flagrado fazendo atividades suspeitas na sala dos professores

Na manhã da última terça-feira, 30, acontecimentos estranhos foram observados no Colégio Jean Piaget. O aluno Bernardo Louzada, do 3º ano do ensino médio, foi visto por um grupo de estudantes do primeiro ano realizando tarefas que remetem às de um funcionário da escola. Ele já havia apresentado comportamentos peculiares no ambiente escolar e rumores de que o tal trabalha para a escola são frequentes. No entanto, os indícios têm se mostrado cada vez mais concretos.

O aluno em questão foi visto saindo da sala dos professores com uma pasta misteriosa e uma xícara de café. De acordo com Maria Silva, funcionária do colégio: “Toda segunda-feira, quando estou limpando os corredores, vejo o Bernardo saindo com papéis, café e uma expressão suspeita”. Além disso, outra funcionária, Agatha Manzi, acrescentou: “Sempre o vejo saindo da escola mais tarde do que os outros alunos. Um dia, ele disse que contaria para a Sigelda se me visse chegando no colégio fora do horário”. Por último, o mais curioso é que esse estudante foi visto batendo o ponto ao sair da escola, segundo relatos de um grupo de alunos do 1º ano.

Louzada sempre se mostrou ativo em eventos como a Festa Junina e o Clube do voluntariado, mas sua suposta função específica nunca foi descoberta. É de conhecimento comum que o aluno sempre foi muito envolvido com a área de comunicação e existem muitos motivos para crer que seu ato mais recente foi assumir a posição de chefe da Comunicação, anteriormente pertencente à Marcela Ferraciú. Após inúmeras investigações de nossa equipe, foram obtidas informações a respeito desse caso. Marcela tem apresentado comportamentos estranhos como chorar no banheiro da escola em momentos diversos. Após muita insistência, ela cedeu uma entrevista ao Jornal Fala JP, mas não foi clara a respeito de seus sentimentos: “Estou passando por um momento difícil. Trabalho no Jean Piaget há muitos anos, mas algo parece diferente. Sinto que tudo parece uma competição. Preciso de um tempo para pensar.” Após sua fala, Marcela negou responder mais perguntas e saiu com uma expressão conturbada.

Atualmente, o que resta é especular sobre os possíveis futuros planos de Bernardo. Existem boatos de que ele logo ocupará o cargo de Cláudia Gonçalves, e mais adiante, de que em um futuro distante é possível que ele assuma todo o Colégio. Com a finalidade de ir a fundo de alguma das teorias, outros funcionários que se encontram cientes de assuntos escolares foram questionados. Uma fonte que optou por não se identificar relatou: “Numa tarde, vi Bernardo conversando com a velhinha da maçã sobre assuntos que alegaram ser ‘confidenciais’”.

Para obter maior confirmação, foi de interesse do jornal promover uma entrevista com a própria diretora Sigelda Mendes, porém ela se recusou prestar depoimentos em todas as vezes que foi procurada. Por fim, mesmo após todos os indícios, o caso curioso de Bernardo Louzada ainda está em análise.

ATENÇÃO: O conteúdo acima não é baseado em acontecimentos reais e consiste em um texto de humor com elementos exclusivamente fictícios.