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Texto por Gabriela Craveiro, Bernardo Louzada e Elisa Amaral

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Jphake: A verdadeira história da Corretora Externa

Texto por Gabriela Craveiro, Elisa Amaral e Bárbara Astolfi

Suposto esconderijo da corretora externa (Foto: Reprodução)

Durante muito tempo, correm pelos corredores do Colégio Jean Piaget rumores de que a identidade da corretora externa não é tão simples quanto aparenta ser. Nunca foi explicado ao certo, por parte da escola, informações a respeito daquela responsável por corrigir as redações dos alunos da escola. Isso levou a equipe Jphake a investigar o assunto.

Há muitos anos, de aluno para aluno, geração para geração, foi propagada “A lenda da Corretora Externa”. A história conta que a pessoa responsável pela correção das redações seria, na realidade, mantida como prisioneira dentro da escola. O boato começou como uma brincadeira dos alunos, que nunca haviam sido apresentados a ela. Todavia, atualmente, acredita-se que essa não é uma história como outra qualquer. Em um dado momento, as redações começaram a ser corrigidas por alguém que assume o nome de “Natali”. Após algum tempo, notou-se que as mensagens críticas em redações apresentavam possíveis mensagens subliminares como “Qualquer dúvida, peça AJUDA à professora”, presente em uma redação de uma aluno do 3º ano do Ensino Médio.

Outro indício pôde ser visto quando algumas redações retornaram aos alunos com marcas que remetiam às de mordidas. “Um dia, cinco pessoas da minha sala não receberam as redações de volta e as que retornaram, apresentavam traços peculiares. Os erros estavam grifados com as cores erradas e as notas estavam mais baixas do que o normal. Algo estava errado”, contou uma aluna do 1º ano. Acredita-se que nesse ocorrido, alguém esqueceu de alimentá-la e ela devorou as próprias redações.

A partir dessas descobertas, diversas teorias foram criadas a respeito da localização e estilo de vida da corretora externa. Numa tarde de quarta-feira, alunos que saiam da aula de educação física escutaram sons incomuns, como de correntes sendo arrastadas, vindos do misterioso quinto andar. Diante disso, a equipe Jphake, com a participação dos alunos Thomas Conway e Anna Clara Lerner (atualmente estudantes intercambistas de origem espanhola), realizou um documentário que aborda o curioso caso da corretora externa.

Vídeo por Bernardo Louzada, Elisa Amaral, Anna Lerner e Thomas Conway

Paralelo a isso, um evento suspeito ocorreu no ano de 2019. A própria Natali passou a participar ativamente das aulas de terceiro ano ao lado da professora Cristiane Choia. O curioso é que isso passou a acontecer justamente no auge das suspeitas a respeito da verdadeira identidade da corretora externa, o que teria motivado sua libertação. Além disso, foi possível notar que na presença da professora de redação, Natali aparenta estar constantemente nervosa, o que leva nossa equipe a suspeitar que Cristiane pode estar envolvida.

A partir disso, a equipe Jphake procurou questionar a corretora, mas ela nunca se expressou de forma direta. Ao ser interrogada a respeito de seu ambiente ideal para trabalho, ela respondeu: “A luz do sol e o contato com outras pessoas não são necessários para que eu possa realizar meu trabalho. Estou acostumada com ambientes apertados. Hoje em dia, salas maiores até despertam um estranhamento em mim.”

Isso nos leva a questionar: será que Natali foi libertada, efetivamente? Ou será isso um mero disfarce, quando na realidade, ela retorna a sua “salinha” logo após as aulas? Ou então, será que existe outra corretora externa escondida em algum canto da escola? Onde seria esse esconderijo e quem seria essa nova prisioneira? Nada se sabe ao certo, mas é evidente que a história da corretora externa nunca se limitou a um simples mito.

ATENÇÃO: O conteúdo acima não é baseado em acontecimentos reais e consiste em um texto de humor com elementos exclusivamente fictícios.

JPhake: Aluno do Colégio Jean Piaget é visto batendo ponto após a aula

As suspeitas de que o aluno Bernardo Louzada trabalha para a escola se consolidam.

Texto por Elisa Amaral e Gabriela Craveiro

Bernardo foi flagrado fazendo atividades suspeitas na sala dos professores

Na manhã da última terça-feira, 30, acontecimentos estranhos foram observados no Colégio Jean Piaget. O aluno Bernardo Louzada, do 3º ano do ensino médio, foi visto por um grupo de estudantes do primeiro ano realizando tarefas que remetem às de um funcionário da escola. Ele já havia apresentado comportamentos peculiares no ambiente escolar e rumores de que o tal trabalha para a escola são frequentes. No entanto, os indícios têm se mostrado cada vez mais concretos.

O aluno em questão foi visto saindo da sala dos professores com uma pasta misteriosa e uma xícara de café. De acordo com Maria Silva, funcionária do colégio: “Toda segunda-feira, quando estou limpando os corredores, vejo o Bernardo saindo com papéis, café e uma expressão suspeita”. Além disso, outra funcionária, Agatha Manzi, acrescentou: “Sempre o vejo saindo da escola mais tarde do que os outros alunos. Um dia, ele disse que contaria para a Sigelda se me visse chegando no colégio fora do horário”. Por último, o mais curioso é que esse estudante foi visto batendo o ponto ao sair da escola, segundo relatos de um grupo de alunos do 1º ano.

Louzada sempre se mostrou ativo em eventos como a Festa Junina e o Clube do voluntariado, mas sua suposta função específica nunca foi descoberta. É de conhecimento comum que o aluno sempre foi muito envolvido com a área de comunicação e existem muitos motivos para crer que seu ato mais recente foi assumir a posição de chefe da Comunicação, anteriormente pertencente à Marcela Ferraciú. Após inúmeras investigações de nossa equipe, foram obtidas informações a respeito desse caso. Marcela tem apresentado comportamentos estranhos como chorar no banheiro da escola em momentos diversos. Após muita insistência, ela cedeu uma entrevista ao Jornal Fala JP, mas não foi clara a respeito de seus sentimentos: “Estou passando por um momento difícil. Trabalho no Jean Piaget há muitos anos, mas algo parece diferente. Sinto que tudo parece uma competição. Preciso de um tempo para pensar.” Após sua fala, Marcela negou responder mais perguntas e saiu com uma expressão conturbada.

Atualmente, o que resta é especular sobre os possíveis futuros planos de Bernardo. Existem boatos de que ele logo ocupará o cargo de Cláudia Gonçalves, e mais adiante, de que em um futuro distante é possível que ele assuma todo o Colégio. Com a finalidade de ir a fundo de alguma das teorias, outros funcionários que se encontram cientes de assuntos escolares foram questionados. Uma fonte que optou por não se identificar relatou: “Numa tarde, vi Bernardo conversando com a velhinha da maçã sobre assuntos que alegaram ser ‘confidenciais’”.

Para obter maior confirmação, foi de interesse do jornal promover uma entrevista com a própria diretora Sigelda Mendes, porém ela se recusou prestar depoimentos em todas as vezes que foi procurada. Por fim, mesmo após todos os indícios, o caso curioso de Bernardo Louzada ainda está em análise.

ATENÇÃO: O conteúdo acima não é baseado em acontecimentos reais e consiste em um texto de humor com elementos exclusivamente fictícios.