Área 51: segredos obscuros do governo dos EUA ou invenções da sociedade?

Texto por Melissa Alfinito

Foto: Divulgação

Eu aposto que você, em alguma rede social ou durante uma bate papo muito louco sobre extraterrestres, já ouviu falar sobre a misteriosa área 51! Mas, o que é esse lugar e o que tem lá dentro?

A área 51 se encontra no Deserto de Nevada, nos Estados Unidos, próxima à base Nellis, uma instalação oficial da Força Aérea americana. Ela foi criada em 1955, pela CIA, no auge da Guerra Fria e recebeu esse nome aleatoriamente porque o espaço total de testes era dividido em quadrantes. Um número aleatório mesmo para que não houvesse nenhum padrão, por questões de segurança e privacidade.

É considerada a base militar mais secreta dos Estados Unidos e até que faz bastante sentido, pois sua criação está relacionada às diversas competições entre os EUA e a antiga União Soviética na época, então escondê-la e mantê-la o mais longe possível da população era essencial. Por isso, a área 51 está em uma região desértica, perfeita para servir de pista de pouso e as redondezas inabitadas e inóspitas colaboram para manter tudo no sigilo, já que a cidade mais próxima, Rachel (com menos de 100 habitantes), fica a 40 quilômetros.

Não é possível sobrevoar o local, muito menos entrar lá e, apesar de não ter uma forte segurança como muros altos ou grades com muita proteção, há inúmeras câmeras e placas de segurança que relembram o risco de prisão por invasão de propriedade.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Para contextualizar mais um pouco, no início, a área 51 foi usada como um centro de testes de um avião chamado U-2, que foi desenvolvido com o objetivo de voar alto o suficiente para espionar com facilidade a região da União Soviética. Foi aí que muitas especulações começaram, porque pilotos de companhias comerciais relataram ver objetos voadores estranhos no céu e, como o projeto não tinha sido revelado e nunca havia sido criado um avião com tamanha capacidade de voo, suspeitava-se ser naves alienígenas.

Os anos se passaram e teorias da conspiração movimentam as redes sociais instigando a curiosidade de pessoas desesperadas para descobrir o que a área 51, tão restrita, esconde do mundo. A curiosidade é tanta que, esse ano, em julho, foi criado um evento no Facebook para invadir o local e mais de 1 milhão de usuários da rede marcaram presença. Mas, no início de agosto, repentinamente, o evento desapareceu da plataforma com a justificativa de que violava suas diretrizes, o que levantou suspeitas sobre possíveis agentes do governo por trás da remoção, fortificando as teorias dos internautas de que há, de fato, segredos “obscuros” guardados na área 51. Talvez ainda mais curiosos, quem concordou pela primeira vez com a invasão, junto com o criador do grupo, continuam planejando botá-la em prática.

Por falar em teoria, tem gente que brinca que famosos como Michael Jackson ou até Elvis Presley estão escondidos (e vivos!) no local. Porém, por mais que esse exemplo não passe de uma brincadeira para muitos, há pessoas que botam fé nas seguintes teorias:

  • a ida do homem à Lua pela primeira vez, na verdade, teria sido filmada dentro da área 51 que, por ter uma paisagem desértica, imitaria com precisão as características do satélite, além de ser uma saída muito mais rápida para vencer a URSS na corrida espacial.
  • acredita-se que, em 1947, um OVNI caiu em Roswell, uma cidade próxima à base secreta, e seus destroços foram levados para os laboratórios de lá para serem estudados pelos americanos que tinham interesse em copiar suas técnicas aeronáuticas. Além disso, muitos dizem que alienígenas foram encontrados no local da queda e também foram levados para estudos.

De qualquer forma, a CIA não nega e nem comprova nenhuma atividade feita dentro do local, aumentando a curiosidade do mundo todo que cada vez mais tenta achar respostas para esse mistério. Será que é apenas uma base militar com a função de simplesmente desenvolver armamento longe dos olhos das outras nações? Será que toda a curiosidade é instigada de propósito pelo governo dos Estados Unidos? Ou será que existem mesmo extraterrestres na área 51? 

E aí, no que você acredita?

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Somos todos lobos das estepes

Texto por Rafael Amin

Foto: Juliane Orosco

É importante avisar que, se tenho algum objetivo com este texto ele não é te convencer a ler “o Lobo da estepe”, entretanto a melhor coisa que essa publicação pode fazer é te incentivar a ler a obra. De maneira alguma conseguirei abordar todos os temas do romance, nem comentar a genialidade de sua escrita, que chegou a ser comparada por Thomas Mann ( Nobel de literatura, autor de “Morte em Veneza”, “A Montanha Mágica”) à Ulysses de James Joyce (e se isso te deixou animado você deve ser uma pessoa fantástica, por favor veja falar comigo), mas gostaria de comentar um pouco sobre minha experiência pessoal com a obra.

Agora, começando propriamente o texto, proponho um pequeno exercício de memória. Consegue se lembrar da última vez em que dançou em público? E sozinho? A forma como você dançou nas duas ocasiões foi a mesma? Particularmente não sou muito de dançar, ou era isso que achava até um dia me encontrar, sozinho, dançando. Naquele momento me sentia livre e feliz, entretanto tal sentimento bom logo foi perdendo espaço para ansiedade, já que entendi que só dancei, portanto só estava livre, por estar sozinho.

Foi pouco tempo após o mencionado acima que li “o Lobo da estepe”, romance do vencedor do nobel de literatura Hermann Hesse, e me surpreendi na forma como ele abordou a relação entre indivíduo e outro. O protagonista, Harry Haller, é um homem que não consegue achar contentamento com sua própria vida, já que sua vontade (que o romance chama de lobo da estepe) seria constantemente reprimida por ele mesmo. Pode se dizer que a personagem representa, de forma exagerada, todos aqueles que querem fazer algo mas por fatores sociais e (principalmente) individuais não fazem.

A boa notícia é que a obra não é uma tragédia, pelo contrário, o próprio autor chegou a falar que “a história do lobo da estepe, por mais que retrate enfermidade e crise, não conduz à morte, mas, ao contrário, à redenção”. É interessante analisar como o protagonista consegue achar essa sua “redenção”, já que isso pode ajudar todos os outros que não se sentem livres com outros a terem uma existência um pouco mais confortável, e para fazermos isso temos que falar de Freud.

O livro de Hesse foi um dos primeiros romances a juntar as, na época recentes, teorias de Sigmund Freud sobre a formação da personagem humana com arte. Segundo o psicanalista a psique seria formada por três aspectos: o Id, formado pelas pulsões e desejos inconscientes, que funciona segundo o princípio do prazer, no livro representado pelo lobo; o ego, formado após o id, conhecido também como princípio da realidade, responsável por retardar as pulsões até o momento em que seja viável atendê-las com o máximo de prazer e mínimo de desprazer; E o superego, aspecto moral do indivíduo, ideal e juiz do ego, responsável por punir toda a pulsão contrária às suas regras, no romance representado pelo homem. A aflição de Haller vem dele não ter esses três aspectos bem definidos. Seu ego é basicamente inexistente e seu superego na maioria das vezes sai vencedor sobre seu id. Pode se pensar então que, para o personagem atingir sua felicidade, o lobo deveria simplesmente domar o homem, que Harry deveria atender todas as suas pulsões, mas essa linha de pensamento ignora um dos aspectos mais importantes da vida em sociedade: o outro.

No clímax da obra, Haller entra em um lugar chamado de teatro mágico (que inspirou um grupo de teatro brasileiro incrível), onde a entrada custa a razão (superego). Uma das interpretações mais aceitas sobre o local diz que ele seria um mecanismo de defesa da mente do protagonista, um lugar que ele mesmo criou para escapar da realidade (no estilo do clube da luta ou do mundo mágico da Alice) e que todas as personagens que lá aparecem seriam a imagem que ele tem de seus conhecidos, ou seja, nele Haller estaria sozinho. Nessa realidade, livre de outros, temos a catarse emocional do livro, o lobo finalmente domina o homem e todos os desejos reprimidos são soltos, mas mesmo assim o protagonista não consegue achar sua felicidade.

Para entendermos o porquê disso é interessante analisar uma metáfora que o filósofo Arthur Schopenhauer, com seu característico pessimismo, propôs em “Parerga and Paralipomena”, e que posteriormente o próprio Freud tomou uso, conhecida como dilema do porco espinho. Nela Schopenhauer compara a relação entre o indivíduo e o outro como porcos espinhos, ou ouriços, no frio, os animais precisam ficar juntos para compartilhar calor, mas ao fazerem isso eles se espetam. O teatro mágico funciona com os ouriços longe um dos outros, realmente não há os espinhos que machucam, mas mesmo assim eles sofrem com outro fator.

Gostaria que fosse possível achar contentamento sozinho, mas o homem, como “animal político”, simplesmente tem a necessidade de compartilhar ideias e sensações com outros. Lembro que, quando terminei o livro, senti uma enorme urgência de falar dele com alguém, até pedi para a Fernanda, responsável pela biblioteca, rastrear quem já o havia retirado e, para minha tristeza, só apareceu meu nome na lista. Felizmente o Elefee, professor de história, já o tinha lido, então consegui conversar com ele. Lembro de ter saído muito contente e animado depois daquela conversa, o que contrasta com a, também real, felicidade que senti quando estava dançando sozinho. Mas então, o contentamento vem de outros ou de nós mesmos?

As cercas de cinquenta páginas que se passam no teatro mágico são marcadas por um forte estranhamento tanto de Haller quando do leitor. Parece que o livro tem um viés negativo sobre o local, em um momento até o compara a suicídio, mas mesmo assim ele acaba com Harry ansioso para voltar para lá. Esse contraste é a forma que Hesse achou para pedir para os leitores não ficarem no preto ou no branco, para não verem as coisas somente em extremos, para tentarem achar o contentamento no equilíbrio. E a pergunta lógica a se fazer depois disso é: como?

Queria muito te responder, de verdade, já que isso significaria que tenho a resposta, mas essa é uma daquelas questões onde simplesmente não há solução definitiva e absoluta. Freud dizia que conseguir esse equilíbrio, fortalecer o ego, era o objetivo de toda a psicanálise. Schopenhauer conclui sua metáfora dizendo que de tanta tentativa e erro os ouriços conseguem achar a distância ideal, ou seja, o equilíbrio se consegue com vivência. Já Hesse finaliza seu livro dizendo que a chave é o riso.

Rir nesse caso é algo interno, é não se preocupar tanto com as (possíveis) consequências nem com nossa imagem e simplesmente viver. Esse problema de pensar demais, de não saber rir, é conhecido na literatura como excesso de consciência. É muito fácil o observar em basicamente todo personagem de Dostoievski, principalmente no homem do subsolo, e no Holden Caulfield (melhor personagem de toda a literatura, reflexo do meu ego), protagonista de O Apanhador no Campo de Centeio, romance de J.D Salinger. Esses dois personagens geralmente geram raiva nos leitores, raiva essa que se origina da empatia. É impossível não sentir o mínimo de vontade de conversar com eles, de falar que eles estão se preocupando demais e que ninguém os julga tanto.

Entretanto tal problema não existe apenas enquanto ficção. Por experiência própria sei o quanto pensar demais pode nos limitar. Já deixei de tirar dúvidas com professores pós aula só de medo deles me acharem muito chato, ou não tentei criar amizade com os alunos do 3° por saber que ano que vem eles não estarão mais aqui. O próprio processo de escrita deste texto está me deixando ansioso, não quero que você leitor que não me conhece me considere uma pessoa pretensiosa e pedante. Sei que isso é se preocupar demais, que deveria não me importar tanto com o final das coisas e simplesmente viver, afinal já dizia Camus que “a própria luta em direção aos cimos é suficiente para preencher o coração humano”. Mas na prática as coisas são mais difíceis, não dá para simplesmente não pensar, relevar as coisas, por isso a importância de aprender, o quanto antes, a rir. Talvez só assim, só mudando nossas perspectivas e não levando tudo tão a sério, que consigamos um dia achar o equilíbrio entre lobo e homem.

Curte Netflix? Aproveite a plataforma para ampliar seus conhecimentos

Texto por Noah Mendes

Capa Oficial do show Patriot Act disponível no Netflix (Foto: Divulgação)

Se você está procurando um jeito de se divertir e, ao mesmo tempo, adquirir conhecimentos que podem te ajudar durante o ensino médio e vestibular, você veio para o lugar certo! A série original do Netflix, “Patriot Act”, apresentada pelo indiano Hasan Minaj, aborda diversos tópicos atuais como a corrupção brasileira, petróleo, questões do Oriente Médio e até mesmo a marca Supreme. A série, que já está em sua terceira temporada, além de falar sobre esses assuntos, apresentando seus fatos, descontrai com piadas relacionadas ao tema.

(Gif retirado do Episódio Petróleo disponível no Netflix)

Diversos dos assuntos abordados podem te ajudar a entender mais sobre geografia, como episódios que falam sobre as guerras no Oriente Médio ou petróleo (o que fará diferença nas aulas de Fontes e Matrizes). Acima de tudo, o conjunto será útil na hora de escrever redações e apresentar bons argumentos. Temos o recente episódio sobre o Brasil que fala sobre a corrupção e a Amazônia (contém até entrevista com uma indígena que está lutando para que eles tenham mais direitos).

Capa do Episódio Brazil, Corrupção e Amazônia disponível no Netflix (Foto: Divulgação)

Outro exemplo, é o episódio do Volume 1 que explica a moderação de conteúdo e liberdade de expressão. Ele explica o caso do Facebook, onde estava sendo julgado se a rede social deveria censurar seus usuários ou se isso seria contra o direito de liberdade de expressão, e o porque será difícil com que tenhamos leis justas da internet. Além de tudo isso, você ainda consegue melhorar seu vocabulário em inglês. A Silvia agradece.

Músicas internacionais que foram traduzidas para o português

Texto por Beatriz Cantoni, Gabriela Vitta e Bernardo Louzada

Foto: Divulgação

Todo mundo conhece a fama do brasileiro de sempre adaptar coisas que já existem para outras BEEEEEM mais criativas. Então, a gente juntou aqui umas músicas muito famosas ( e até cômicas) e outras menos conhecidas para você se chocar também com a engenhosidade brasileira.

JUNTOS – Paula Fernandes e Luan Santana  
(Shallow – Lady Gaga e Bradley Cooper)

Okay, todo mundo sabe o ~pequenino estrago~ que a Paula Fernandes e o Luan Santana fizeram com a música do filme “Nasce uma estrela”, da Lady Gaga. Ela ganhou um Oscar, gente, quem em santa consciência decide mexer numa música perfeitas dessas?!

Porém, a própria Lady Gaga aprovou as modificações feitas em Shallow e deixou que a Paula gravasse a versão em português. A cantora brasileira declarou no seu Instagram “Quando ouvi Shallow pela primeira vez, ela já mexeu comigo de imediato. Quis aprender a tocar e a cantar. Será uma grande responsabilidade trazer Shallow para a nossa língua, para a nossa história. Nada será igual à obra original, que é simplesmente da maior de todas, Lady Gaga!”

O mais interessante da declaração foi “nada será igual à obra original” e ela está coberta de razão: não tem NADA a ver com a música original, só a melodia mesmo. Ela ainda afirmou também que Gaga aprovou toda a letra, sem mudar uma vírgula. “Isso não tem preço, estou até emocionada. É um desses momentos que guardarei para sempre com muito carinho”, contou. Alguém, por favor, avisa a Lady Gaga que “juntos e shallow now“ significa “juntos e raso agora” e que isso faz um total de zero sentido?

EU SOU STEFHANY – Stefhany Absoluta
(A thousand miles – Vanessa Carlton)

Acredito que a maioria da pessoas já viu o clipe SENSACIONAL de “Eu sou Stefhany”, pela compositora contemporânea Stefhany Absoluta e, quem não viu ainda, apenas nunca viveu de verdade. O único defeito dessa obra é que ela acaba, porque a música é muito engraçada. Tipo, MUITO MESMO. Ela é uma adaptação da icônica música A thousand miles, de Vanessa Carlton, que ficou famosa pela interpretação do ator Terry Crews no filme “As Branquelas”.

Confere aí um trechinho dela:
“Agora vou te mostrar
Que não sou mulher
Não sou mulher
De esperar.
Eu sou linda
Absoluta
Eu sou Stefhany”

Vamos combinar que, além de ser uma música muito bem estruturada, ainda remete a importância do amor próprio e autoestima, sem se submeter às exigências alheias né ( rs).  Perfeita.

FAMOSA – Cláudia Leitte
(Billionaire – Travie McCoy feat. Bruno Mars)

Primeiramente, acho que é um consenso brasileiro que, não importa se você é fã ou não da Cláudia Leitte, essa mulher tem talento nato pra pagar mico. Já é conhecido que ela é uma pessoa que gosta de estar na mídia e se mostrar presente na cultura brasileira. Sendo assim, não podia faltar essa sensação na nossa listinha. Em 2010, Claudia Leitte lançou a tradução da música Billionaire, do Bruno Mars. A maior parte da música é composta por um rap do Travie Mccoy, então a parte que a Claudinha canta é só o refrão. Mas mesmo não tendo a maior parte da música, já foi o suficiente pra marcar o coração de muita gente (rs). A tradução não é exatamente fiel a canção original, mas ela mantém o mesmo sentido e melodia.

O BAILE TODO – Bonde do Tigrão
(Who let the dogs out – Baha Men)

É MUITO provável que essa seja uma das poucas músicas que váaaaaarios brasileiros nem devem conhecer a original e que amam de paixão a traduzida. O Bonde do Tigrão  foi um grupo brasileiro de new funk que marcou uma geração inteira com várias composições famosas, como a “Cerol na Mão” e “Um Tapinha Não Dói”. O mais legal do grupo é que, não importa a sua idade, você conhece pelo menos umas duas músicas deles.

Quanto a fidelidade da tradução da música original, não é uma tradução muito fiel, mas nenhuma das duas músicas tem uma composição muito profunda. Ambas apresentam uma letra mais superficial, o que nos leva a perceber que o foco da música não é o que ela diz e, sim, a sua melodia e como ela te faz sentir e agir ao ouvi-la.

SE NÃO VALORIZAR – Aviões do Forró
(Umbrella – Rihanna)

Aviões do Forró foi uma banda brasileira de forró eletrônico e ficou muito conhecida como um dos maiores fenômenos do gênero na atualidade. Hoje em dia eles não estão mais juntos, até porque Solange Almeida, ex-vocalista do grupo, declarou no Faustão que sua saída foi muito conturbado e ela tem um processo aberto contra a banda. “O Aviões do Forró ia acabar e, de uma hora para a outra, eles simplesmente me tiraram e continuaram a banda sem mim. Eu simplesmente me calei, fiquei ali caladinha, aguentei tudo dizendo que tinha saído porque queria e tal… mas enfim, passou… Graças a Deus estou aqui, estou viva, estou bem e estou feliz”, desabafou.

Enfim, continuaaaando, todo mundo sabe que vários artistas do forró tendem a dar aquela leve traduzida nas músicas internacionais e trazer músicas incríveis, como Se Não Valorizar, que foi traduzida de Umbrella, da PERFEITA e SEM DEFEITOS Rihanna. A música traduzida fala sobre amor como a original, mas a linha de raciocínio é TOTALMENTE diferente. Tipo, se “Se Não Valorizar” estivesse outro ritmo, não ia dar pra saber que a música foi traduzida. Mas como tem a melodia de Umbrella, a música é bem gostosinha de ouvir.

SE EU FOSSE UM GAROTO – Simone e Simaria
(If I were a boy – Beyoncé)

Só de ler o título da música eu já começo a rir, parece muito aquelas traduções da globo, tipo “Pequenas Mentirosas” ou “Lições de um Crime”. As coleguinhas mais amadas do Brasil também já fizeram uma tradução e, é óbvio que a dupla sertaneja mais incrível tinha que escolher a música da mais linda maravilhosa perfeita mulher da indústria da música: If I Were a Boy, da Beyoncé. Essa tradução é tão antiga que foi lançada não pela Simone e Simaria e, sim, pelo Forró do Muído, um grupo de forró eletrônico composto pelas irmãs antigamente. A tradução é umas das mais fiéis da lista, ela segue bem o significado e sentido  que a original quis passar ao público. Vamos combinar que a Simone e a Simaria são ótimas cantoras, então não tem como a música ser “ruim”, até porque ela tem o combo boa melodia+letra com um significado.

OPEN BAR // AMANTE – Pabllo Vittar
(Lean On – Major Lazer e Dj Snake // Burn – Ellie Goulding)

Pabllo Vittar está entre os maiores nomes da indústria da música brasileira e uma das mais conhecidas Drag Queens do mundo. Foi em 2015 que a cantora atingiu o Brasil com o seu Ep MUITO bem sucedido, “Open Bar”, versão brasileira de Lean On. A música foi um grande sucesso no carnaval de 2015 e marcou o início da carreira da Pabllo. A adaptação, como várias outras músicas dessa lista, segue o padrão melodia igual e letra diferente. A canção traduzida não tem muito a ver com original, assim como outro sucesso da cantora, “Amante”. Essa foi uma adaptação de “Burn“, da Ellie Goulding, lançada dentro do álbum “Open Bar”, em 2015, e como a anterior, apresenta uma letra que não condiz com a original. Mas mesmo assim, isso não impediu ninguém de se jogar no carnaval com os hits da cantora.

DANÇA KUDURO // FESTA NO APÊ // DESPEDIDA DE SOLTEIRO – Latino
(Danza Kuduro – Don Omar // Dragostea din tei – O-Zone // Gangnam Style – Psy)

Latino…o que dizer desse cantor com ALTÍSSIMA fama de plagiar músicas? Não é muito difícil encontrar pessoas comentando em sites ou redes sociais que o cantor Latino é um verdadeiro plagiador do mundo da música. Porém, não é confirmado que ele realmente copiou várias de suas canções “originais”. Acho importante deixar claro a diferença entre o Latino e os outros cantores dessa lista: diferentemente dele, os outros cantores tem na biografia da música traduzida a menção da original, para deixar “claro” que não é uma canção original. Já o Latino deixa no ar que as traduções dele não são traduções e, sim, canções originais. Comparando então as músicas dele com as supostas originais, da pra ver que é OBVIAMENTE uma tradução, mas como ele mesmo não admite e não dá os créditos aos autores originais, é plágio né galera?!

Enfim, Latino é mais um cantor que marcou a festa de muita gente, principalmente dos nossos pais, então a maioria das suas músicas viraram hit e se escuta elas por aí até hoje.

DIZ PRA MIM – Gusttavo Lima
(Just give me a reason – P!nk)

Ah, para mim essa tradução é muito fofinha kkkkkk. O Gusttavo Lima é cantor desde novinho, com 9 anos de idade ele já estava num trio musical com seus irmãos. Então, em 2010, ele se inseriu de vez no mundo na música como um dos “hitmakers” do sertanejo brasileiro, lançando músicas como “Balada”. Assim, em 2014, ele lança “Diz Pra Mim”, música traduzida da original “Just Give Me a Reason“, da linda maravilhosa, que estará no Rock in Rio 2019, P!nk. A música traduzida é bem fiel à original, levando em conta que é bem difícil traduzir literalmente a composição inicial por conta do jogo de palavras, rimas e melodia. A música traduzida fez bastante sucesso com mais de 105 milhões de acessos no Youtube e até hoje ocupa lugar nas músicas mais conhecidas do cantor.

50 anos da Revolta de Stonewall: a relevância da luta LGBTQ+

Texto por Beatriz Freitas, Caio Gomes, Anita Scaff e Ana Badialle

Fachada do bar Stonewall Inn (Foto: Getty Images)

O mês de junho é conhecido mundialmente por ser o mês do Orgulho LGBT+. É a época em que ocorrem as famosas “Paradas do Orgulho” em diversos países. A comunidade vai às ruas em um grande evento, reivindicando cidadania e direitos como uma forma de luta e resistência à LGBTfobia.

O movimento LGBT+ (Lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais e outras variações que fogem à norma hetero e cis normativa) incorpora as minorias historicamente marginalizadas por aspectos relacionados a gênero e sexualidade. O objetivo central é promover a igualdade social em diversos âmbitos, considerando que existem países onde a opressão chega a ser regulamentada por lei. São 70 países onde ainda é crime ser LGBT+, sendo que 68 dessa lista possuem leis diretas contra os indivíduos e, os dois restantes, Iraque e Egito, fazem uso de leis indiretas para perseguir e condenar cidadãos.

Bom, podemos respirar um pouco porque no Brasil a situação é diferente (ainda bem), mas apenas não ser crime não é o bastante para uma vida plena de direitos. Há uma série de questões que precisam ser trabalhadas, principalmente, entre nós jovens LGBT+’s. A taxa de problemas psicológicos como ansiedade e depressão são preocupantemente maiores entre nós, porque enfrentamos diariamente o sentimento de não pertencimento, medo de decepcionar amigos, família, o processo de autoaceitação, constatação da norma, a pressão de se assumir e isolamento. Tudo isso colabora para um público já fragilizado pela fase estressante que é a adolescência.

Por isso, com o intuito de gerar identificação e representatividade, buscamos trazer esse assunto para os alunos do Jean Piaget. Nosso objetivo também é criar uma cultura saudável de aceitação e desconstrução de temas que são alvos de discriminação entre os alunos, não apenas dessa escola, claro.

No dia 28 de junho, celebra-se o Dia Internacional do Orgulho LGBT+. Porém, a escolha desta data não ocorreu de maneira aleatória. Há 50 anos ocorreu um dos eventos mais importantes na luta contra a violência sofrida pela minoria que motivou a busca pelos direitos da comunidade.

Nesta data, no ano de 1969, no bar gay Stonewall Inn em Manhattan, Nova Iorque, ocorreu o movimento conhecido como a “Rebelião de Stonewall”. Homossexuais, travestis e transexuais, cansados de serem reprimidos e presos sem motivos, decidiram enfrentar a brutal ação policial como um movimento de resistência. Eles permaneceram confinados dentro do bar e receberam o apoio de uma multidão de outros membros da comunidade LGBT que estavam do lado de fora.

Tudo começou quando a polícia fez uma invasão no Stonawall Inn alegando que as bebidas alcoólicas eram ilegais e uma possível extorsão de dinheiro dos clientes mais ricos. O objetivo inicial era conferir a identificação de todos, prender todos os homens que estivessem vestidos de mulheres e depois fechar o bar permanentemente.  A situação começou a ficar fora de controle quando alguns se recusaram a mostrar sua identificação e os policiais começaram a assediar algumas mulheres lésbicas. Maria Ritter, conhecida pela sua família como Steve, relatou que seu maior medo era ser presa e que sua foto vestida com a roupa de sua mãe aparecesse no jornal ou na televisão.

Os que eram liberados ficaram esperando do lado de fora e começaram a formar uma multidão. Cerca de 150 pessoas permaneceram aplaudindo e encorajando os que ainda estavam lá dentro. A multidão aumentava cada vez mais quando uma briga estourou. Uma mulher que estava sendo escoltada reclamou que as algemas estavam muito apertadas e foi atingida na cabeça como resposta, o que fez com que os espectadores se revoltassem e fossem lutar.

Alguns policiais acabaram sendo encurralados para dentro do bar tentando conter parte das pessoas que atiravam moedas, garrafas e pedras. Um incêndio iniciou-se no local. A mangueira usada para conter as chamas também foi usada contra a população. O último policial só saiu do bar pela manhã e, ainda assim, mais protestos ocorreram nas noites seguintes.

O Stonewall Inn voltou a funcionar normalmente tornando-se um monumento histórico da cidade pela Prefeitura de Nova York em 2015, e, em 2016, foi nomeado pelo então presidente Barack Obama o primeiro monumento nacional dedicado aos direitos dos LGBTQ+.

Quando trata-se de representatividade LGBTQ+ é preciso olhar para o passado e reconhecer aqueles que lutaram para o pouco do que usufruímos nos dias atuais. A revolta de Stonewall, com certeza, representa parte dessa luta por aceitação, dignidade e representatividade. Stonewall sempre deve ser lembrado e celebrado como um movimento político de muita conquista e luta.

Entenda o motivo do grande sucesso da série “Game of Thrones”

Texto por Beatriz Cantoni e Gabriela Vitta

Foto: Reprodução HBO

AVISO: Pode ler a vontade que NÃO tem spoilers!

A série Game Of Thrones, mais conhecida como GoT, após 8 anos, infelizmente chegou a seu fim. No último domingo (20), a série lançou seu último episódio e deu muito o que falar. O autor dos livros que inspirou a série a ser criada, George R. R. Martin, publicou um texto em seu blog comentando sobre o fim dessa Era de Game of Thrones. Para poupar de possíveis spoilers para aqueles que ainda não viram, vocês podem conferir diretamente do blog dele chamado “Not a Blog”.

A aclamada série ganhou inúmeros prêmios e bateu muitos recordes. Ao longo das temporadas foi ganhando cada vez mais sucesso e, por consequência, espaço no coração dos fãs. GOT é incomparável a outras séries, pois apesar de retratar um assunto bem comum como a Era Medieval, ele adiciona elementos tão inéditos que confere um aspecto único e especial que a série desenvolve (quer dizer, fala sério que outra série medieval tem reis lutando pelo trono com dragões e zumbis congelados!).

Ademais, a gama de detalhes de personagens e de casas que a série apresenta é gigantesca. As principais casa são: Targaryen: “Fire and Blood”, Baratheon: ”Ours is the Fury”, Martell: “Unbowed, Unbent, Unbroken”, Stark: “Winter is Coming”, Tyrell: “Growing Strong” e Lannister: “Hear me Roar”. Um dos principais personagens são: Ned Stark, Daenerys Targaryen, Jon Snow, Bran Stark, Arya Stark, Sansa Stark, Tyrion Lannister, Cersei Lannister, Jaime Lannister, entre muitos outros.

Fizemos uma breve caracterização dos personagens mais importantes:

Eddard (Ned) Stark

Ned é o líder da casa Stark, antiga casa nobre que habita as congeladas terras ao norte de Westeros, e lorde de Winterfell. Ele é sábio e experiente, já esteve cara a cara com a morte diversas vezes na sua vida, mesmo assim, sempre tentou cuidar de seus filhos com a sua vida (até mesmos os ilegítimos), sempre procurando fazer a coisa certa pelo bem maior, algo perigoso no mundo realista de GoT. Por ser muito amigo do Rei Robert, Ned acaba por virar mão do rei, algo totalmente inesperado, e parte para Porto Real (Capital de Westeros), pronto para mudar completamente o destino dos 7 Reinos.

Daenerys Targaryen

O arco de Daenerys é um tanto quanto interessante. No início da narrativa, Dany, para os mais próximos, teve seu pai assassinado por Jaime Lannister, consequentemente tirando sua família do Trono de Ferro, símbolo de poder absoluto na série. E dessa forma, criou-se uma mágoa profunda da casa Targaryen com a casa Lannister. Daenerys foi submetida a inúmeras situações tais como, ter se casado com um líder de um dos melhores poderes ofensivos de Westeros, ter libertado os escravos de várias cidades do outro lado do mapa ganhando TRÊS DRAGÕES. Durante as 8 temporadas, Daenerys vem salientando sua sede de sangue pelo trono e, nessa última temporada, finalmente Daenerys teve seu desfecho (que não vamos contar qual é rs).

Jon Snow

Jon Snow é um bastardo de Winterfell, lugar onde é a sede da casa Stark. Ele cresceu com a família Stark e, praticamente, é um deles apesar de sua ascendência incerta. Jon Snow escolheu ir para a patrulha da noite no começo da série, devido a forte discriminação que sofria por parte de sua figura materna. Na patrulha da noite, ele passou por um grande desenvolvimento passando de um jovem ingênuo (“Você não sabe de nada, Jon Snow”) para um experiente lorde comandandante, encarando inimigos que ameaçam a existência dos próprios seres vivos, enquanto lida com as ameaças dos inimigos dos Stark e do norte.

Tyrion Lannister

Tyrion é um personagem extremamente carismático. Por ter nascido com nanismo e sendo o mais novo entre seus irmãos, ele foi maltratado pela família e outros nobres, principalmente pelo seu pai, Tywin Lannister, que o acusa de ter sido a causa da morte de sua mãe, que morreu dando luz ao personagem. Tyrion tem uma inteligência acima da média, característica que permitiu ele sobreviver até onde a série inicia, e também permite que ele consiga conquistar posições poderosas e vantajosas, como ocupar cargos do governo, possibilitando que o personagem influencie o intenso jogo de política que ocorre paralelamente durante a série.

Cercei Lannister

Cercei é um dos personagens mais complexos do enredo de Game of Thrones, num bom sentido, pois personagem consegue entregar controversos dilemas morais e éticos, como a conquista a qualquer custo do poder e até o quão longe alguém pode ir para ajudar seus filhos. Cercei também se destaca como uma exímia jogadora no jogo político da série,  sendo extremamente oportunista e sagaz, ela conseguiu forjar seu próprio caminho para o poder, mesmo isso custando muito caro para ela.

Diante dessa breve descrição dos personagens mais importantes da série, podemos observar que  tanto os personagens são muito bem trabalhados, quanto as “casas”, tendo toda uma história bem detalhada por detrás das mesmas. A relação entre os personagens é muito bem pensada, tudo é muito bem colocado e esse é um dos muitos fatores que conquistaram os fãs de Game of Thrones.

A quebra dos clichês de Era medieval e o realismo que a série deu as ações dos personagens mostrando que, independentemente de quem você é, você sofrerá as pelas ações que você fez, passa a ideia de que Game of thrones não é uma série que onde tudo o que acontece é para ganhar mais publicidade e fazer o que os fãs querem (para não ter o risco de perdê-los). É uma série autêntica seguindo o próprio rumo sem se importar se aquilo é o que o povo quer ou não. Isso que uma série realmente deveria fazer por que desse modo eles acabam conquistando verdadeiros fãs, como os de GOT.

Se você é um fã ou até mesmo se interessou pela série, veja mais sobre os episódios, as opiniões, o “por trás das câmeras” no site Omelete. O site conta com várias matérias falando sobre assuntos diversos desse mundo fantasioso que é o GOT.

Vingadores: Ultimato encerra com louvor 11 anos de produções que mudaram a vida de milhares de jovens (e adultos rs).

Texto por Beatriz Cantoni e Gabriela Vitta

Imagem do poster oficial de Vingadores: Ultimato

Depois dos devastadores eventos de Vingadores: Guerra Infinita, o universo está em ruínas por conta dos esforços do titã louco, Thanos. Com ajuda dos seus aliados restantes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de vilão e restaurar a ordem do cosmos de uma vez por todas, não importam as consequências que os esperam.

A primeira fase do MCU (Universo Cinematográfico Marvel) teve início em 2008 com Homem de Ferro e a partir daí criou-se uma teia em que todas histórias são conectadas e criam o contexto perfeito para um final triunfante da saga. Como nem todo mundo é fã louco de saber perfeitamente a cronologia, aqui vai um guia super prático pra quem está a fim de maratonar e pegar todas as referências do filme.

Arte: Kinoplex

Provavelmente a melhor e mais óbvia dica que posso dar é: evite spoilers! Se você pegou algum (ou sem querer agiu como um ser humano normal e abriu as redes sociais na semana de estreia), não tem problema nenhum, a sensação de que você viu o melhor filme da sua geração não vai mudar. Mas vale a pena evitar contato com possíveis spoilers pra sentir o impacto de sentar na poltrona e não saber o que esperar se surpreendendo a cada minuto do filme.

Uma das melhores coisas de Ultimato é que qualquer um pode ver o filme e se deliciar com o longa: mesmo sem conhecer os Guardiões da Galáxia, a trajetória da família do Pantera Negra ou até mesmo o Thor (gente, quem não conhece o Thor não sabe o que é sofrer com a beleza alheia), o filme é muito mais do que referências das HQs e dos filmes anteriores. Apesar de ser recheados com elas, “Vingadores: Ultimato” é uma arte cinematográfica extremamente dramática, que traz à tona o lado humano dos personagens e suas superações subjetivas para salvar o mundo. No final do filme, dá aquela sensação de querer ser mais, sabe? Querer ser um herói.

Apesar da maioria esperar que no final das três horas encerre-se um ciclo criado no “Vingadores: Guerra Infinita”, nos primeiros 15 minutos de filme tal ciclo tem um certo ponto final. É um soco no estômago já no começo. Imagina nas outras cenas. Mesmo que pareça ser exaustivo assistir tantas horas de filme, a cada momento que você pensa: ‘’Meu Deus, quanto tempo eu estou sentada nessa posição?’’ ou ‘’Não deveria ter pegado o combo com refrigerante de 500 ml.’’, o filme surge com uma cena bombástica que te faz esquecer do mundo lá fora.

Mesmo sendo um marco na MCU, a narrativa NÃO TEM CENAS PÓS-CRÉDITOS!! Eu, como 98,9% das pessoas no cinema, esperei até o finalzinho pra ver algo que mostraria o futuro após o filme, mas tem apenas uma pequena surpresa sonora no final dos créditos. Ainda que a maioria demande uma final surpresa, não ter as cenas pós-créditos é mais um ‘’aviso’’ da Marvel, mostrando que, realmente, esse é o final de uma era. Ele não precisa de ligação nenhuma, é o ponto final.

Contudo, ao longo do filme, foram criados novos horizontes a serem explorados, como a trajetória de outros personagens. Na última segunda-feira (06 de maio) o estúdio lançou o novo trailer de ‘Homem Aranha: longe de casa”, e, além disso, tem em vista muitos outros projetos, como continuação de Pantera Negra e novo filme da Viúva Negra.